Kapkan

Filiação: SPETSNAZ

Kapkan

Arsenal

9x19VSN​

9x19VSN​

Submetralhadora

Primária
PMM

PMM

Arma Curta

Secundária
SASG-12

SASG-12

Espingarda

Primária
GSH-18

GSH-18

Arma Curta

Secundária
Granada de Impacto

Granada de Impacto

Granada que explode com o impacto.

Especialização
C4

C4

Explosivo C4 de detonação remota.

Especialização

Habilidades

EDD MK II Entry Denial Device

Dispositivo de negação de entrada EDD MK II

Carga C4 que pode ser montada em janelas e batentes de portas.

Cuidado Com Dispositivos De Sua Equipe

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Escute E Reaja Rapidamente

Já que possui cinco armadilhas, você é capaz de cobrir uma grande área com elas. Se estiver por perto, elas podem servir de sistema de alerta, informando quando os atacantes estiverem entrando no prédio ou no cômodo. Use a explosão a seu favor e rapidamente acerte o atacante, que já estará machucado.

Ache O Melhor ngulo

Tente colocar o bloqueador em pontos cegos, locais escondidos por entulhos e com o máximo de camuflagem possível. A ideia é que o atacante não consiga avistar a armadilha até que seja tarde demais.

Biografia

Bandeira da Rússia
Bandeira da Rússia
Nome: Maxim Basuda
Data de Nascimento: 14 de maio de 1979
Local de Nascimento: Kovrov
Altura: 1,80 cm
Peso: 80 kg

“Há diferentes tipos de astúcia. Felizmente, a sobrevivência requer apenas uma.”

Maxim “Kapkan” Basuda e seus irmãos foram criados em Kovrov, rodeados pela influência das forças militares russas. Seus pais trabalharam em fábricas de apoio militar: o pai na área de engenharia mecânica e a mãe na área têxtil. Incentivado por seus pais e professores, Basuda entrou no Ministério de Assuntos Internos como policial. Além de ter treinamento padrão voltado à especialização em manuseio de armas, detalhes de defesa e obtenção de alta velocidade, Basuda demonstrou sua habilidade em resgate de reféns e colhimento de informações. Estratégias inteligentes e autossuficiência tornaram Basuda a escolha perfeita para operações secretas na cidade portuária de Naryan-Mar, no Mar de Barents. Seus esforços bem-sucedidos na eliminação do crime organizado resultaram em seu recrutamento pelo altamente respeitado Spetsnaz. Basuda se tornou um caçador e utilizador de armadilhas ávido durante o tempo que passou no Círculo Polar Ártico antes de ser transferido para Beslan em 2002.

Laudo Psicológico

A primeira impressão é a de que o Especialista Maxim “Kapkan” Basuda desistiu do mundo e da sua missão nele. Muitas vezes aqueles que estão mais frustrados podem dar a entender que não se importam, quando na verdade eles se importam e muito. É importante para Basuda que ele possa fazer uma contribuição duradoura e, apesar do cinismo ou por causa dele, chamou pra si a responsabilidade de orientar outros soldados. […] Mesmo que alguns membros da equipe o considerem intenso, todos falam muito bem dele. Perguntei a ele se pensava ter mudado muito ao longo dos anos. Ele riu e me contou a única mudança que diz ter notado: ele ainda fala sem pensar, a diferença é que agora sabe quando deve retirar o que disse. […]

Basuda possui alguns hobbies voltados ao uso de armas e à caça, então eu naturalmente quis saber sobre o que despertava o interesse dele. Um caçador, disse Basuda, precisa pensar estrategicamente para entender a rotina e o comportamento dos animais, porém também é vital respeitar sua presa. […] Um verdadeiro caçador sempre respeita os animais. Eles entendem sobre preservação e a necessidade de manter um equilíbrio. Lobos e ursos cumprem seu papel com perfeição, ele me disse. Basuda disse que compreender isso o torna um melhor agente porque é algo que pode ser aplicado a pessoas – tanto no que as aproxima dos animais quanto no que os diferencia.

Para Basuda, a vida é dura, e os humanos a complicam ainda mais. Ação decisiva e sangue-frio são os elementos que importam. Assim como os lobos – não os de contos de fadas, mas os verdadeiros – Basuda se considera leal. Lobos, ele explicou, são devotados à família. Todos os membros criam os mais novos e trabalham em equipe na caça. […] Depois dessa explicação, me perguntei se ele se sentia solitário de alguma forma. Um lobo sem matilha. Ao me ouvir, ele riu e apontou para sua têmpora ao dizer que ama neurociência, e que o meu trabalho estuda a mente, mas quase sempre o que conta é a alma. Ouvir isso foi filosófico, e descobri que concordava plenamente com ele.

— Dr. Harishva “Harry” Pandey, Diretor da Rainbow